13.6.10

Death Valley

Death Valley NP, California, USA
O infame Vale da Morte durante uma tempestade de areia.

9.6.10

Yellowstone

Grand Prismatic Spring, Yellowstone NP, USA
Depois de um ano a viver nos States tive oportunidade de fazer uma visita pelos grandes Parques Naturais do Oeste americano. Os gringos podem ter muitos defeitos (e têm, mesmo muitos), mas de Parques Naturais percebem eles. Juntem-se paisagens absolutamente avassaladoras a uma grande organização, que sem proibir nada regula tudo, e está encontrada a fórmula mágica.
Yellowstone em particular é o sonho de qualquer fotógrafo da natureza. Padrões e cores completamente surreais nos geisers e lagos termais. Vida selvagem da grande a rodos, sem ser preciso sair da estrada para ver lobos, ursos, bisontes (estes são tipo as vacas nos Açores), antílopes, muflões, veados, alces, etc., etc., etc.

13.4.10

Naturdata

Lacerta dugesi, Pico Branco, Porto Santo, Madeira
Algo que faz falta em Portugal é um local onde informação acerca de cada espécie conhecida no país seja disponibilizada de forma gratuita. Faz? Fazia, porque desde há um ano que temos o Portal Naturdata em www.naturdata.com. Feito de forma 100% voluntária por colaboradores com diferentes valências, desde a taxonomia à fotografia. Ainda está em evolução e só agora se pode dizer que entrou em velocidade de cruzeiro.
É assim que convido todos os leitores deste blog a visitarem e eventualmente colaborarem com o portal. Com fotos, com informação, com opiniões ou críticas, venham elas!

23.3.10

Cold Like Hell IV

Oriole (Icterus galbula), C&O Canal, Washington DC, USA
E assim se passam 3 anos desde o começo deste blog

24.1.10

Peneda sob neve

Chã do Monte, Serra da Peneda
Este fim de ano foi passado numa das "maravilhas naturais de Portugal". Esta foto não é do Gerês, mas da Peneda, suficientemente perto. No último dia da década nada melhor que, sob ameaça de fortes nevões, subir a serra. Por trás do mosteiro há um zig-zag interminável que nos leva a um planalto espectacular, a Chã do Monte. À ida, ainda sem neve, deu para nos perdermos um pouco, nada que não faça parte de qualquer caminhada conduzida por mim :D Passámos para o vale a Oeste da Peneda onde deveríamos cruzar o Rio Milharas. Mas este levava tanta água que foi impossível. Toca de voltar para trás pelo mesmo caminho. Na volta somos "surpreendidos" por um nevão que em pouco tempo cobre o planalto de branco. Mesmo sob o nevão tenho de tirar a máquina para fora e fotografar a paisagem.

Entretanto peguei numa série de videos que fui fazendo, nesta e noutras incursões pela natureza, e resolvi tentar umas cinemáticas perfeitamente amadoras. Está tudo no tubo

13.12.09

Balcões

Gruta dos Balcões, Terceira, Açores
Mais uma foto do maior tubo lávico da Terceira. Esta é imagem de capa do livro "Açores - um retrato natural"

3.12.09

Morcegário

Rhinolophus hipposideros (Morcego-de-ferradura-pequeno), Quinta da Regaleira, Sintra
Comecei nesta coisa da espeleologia em 2005, quando tirei um curso na Associação dos Espeleólogos de Sintra (AES). Desde aí tenho trabalhado mais com o Núcleo de Espeleologia da Costa Azul (NECA) mas continuo na AES. A última vez para visitar o morcegário que esta associação gere na Quinta da Regaleira. Um luxo, com câmaras de vigilância, aquecimento central, medição constante de humidade, temperatura e luminosidade, os morcegos tratam-se bem. E a AES trata bem dos morcegos :)

17.9.09

Açores - um retrato natural

Finalmente! Há muito que esperava por um livro que anda a ser preparado há alguns anos. Um retrato da natureza Açoriana num livro essencialmente fotográfico acompanhado de pequenos textos dirigidos ao público em geral. Lançamento próximo domingo.

9.8.09

Floresta Laurissilva da Madeira

Fajã da Nogueira, Madeira
É na Madeira que se encontra a maior mancha verde "intocada" de Portugal. Ponho intocada entre aspas porque não só o turismo é um prato forte, como é possível que muitas espécies endémicas já se tenham extinguido nestas florestas. Muitas aranhas por exemplo, não são vistas há várias décadas. Se é verdade que a quantidade e sobretudo qualidade de estudos destes organismos é como sempre limitada, também é verdade que estes seres de 8 patas são os primeiros a desaparecer quando algo vai mal e os outros grupos ainda não tiveram tempo de reagir (nos Açores tudo indica que é isto que acontece). Mas a floresta não deixa de ser espectacular, com árvores imponentes, enormes, sempre a acompanhar o terreno que raramente é plano. As famosas levadas, canalizando água das montanhas para o litoral, são hoje um excelente guia para as zonas mais remotas da ilha. Não a conheço tão bem como gostaria, mas acho que isso em breve vai mudar...